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PLAYMOBLOG

Estas pequenas figuras foram os heróis da minha infância. Os clicks valeram-me horas de brincadeiras partilhadas com os amigos lá da rua. Estiveram vários anos encaixotados. Hoje são um legado para a minha filha.

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Estas pequenas figuras foram os heróis da minha infância. Os clicks valeram-me horas de brincadeiras partilhadas com os amigos lá da rua. Estiveram vários anos encaixotados. Hoje são um legado para a minha filha.

Na pesca

Com o acampamento montado à beira do rio, não há desculpas para não dar um passeio simpático e aproveitar para pescar umas trutas suculentas. Esta é a melhor época para as apanhar, ainda que os ursos que também sabem disso já se tenham instalado nos melhores locais.

Se o passeio ribeirinho for um êxito, a tribo pode contar com peixe fresco para as próximas refeições. Grande parte das trutas apanhadas serão fumadas, o que garantirá uma boa reserva de energia para o Inverno, quando o rio gelar e for impossível pescar.

 

 

O herdeiro

 De olhos postos no seu herdeiro, o Rei Telmo sonha para ele grandes conquistas. Tem acompanhado o seu crescimento, na esperança de ver surgir as características de um bravo cavaleiro, em quem possam vir a ser confiados no futuro, os destinos do reino.

E o pequeno Toedoro não tem desiludido o seu pai: confiante, curisoso, corajoso e sensato, tem desmonstrado ser dono de um equilíbrio mental que causa admiração em todos aqueles que o conhecem.

O Rei Telmo sorri perante as brincadeiras do seu amado filho em quem confia para deixar o seu legado!

 

Preso... outra vez?!?

Não não, esta não é de novo a história do João Barbudo. E não, ele não escapou da prisão. Acontece que afinal existe um gémeo, de carreira idântica à do irmão!

 

Apresento-vos Pedro Barbas, irmão gémeo do João Barbudo. O ramo de negócio deste irmão são os pequenos furtos, que rapidamente troca por bebidas espirituosas (ou nem tanto, quando o resultado da jornada de trabalho é fraco) no Bar dos Malandros.

 

Pedro Barbas, foi apanhado pela gente Rosadinha em flagrante delito, a furtar carteiras aos veraneantes que molhavam o joanete à beira da água. 

 

Da praia, Pedro Barbas segue directamente para os calabouços da Cidade Playmobil, onde concerteza irá comentar com o seu gémeo, a nova viatura da Agente Rosadinha!

 

 

O campo na cidade

O Pastor Abel é um pastor à moda antiga. Só que é um pastor da cidade.
Teimosamente, vai espalhando o seu rebanho pela cidade, onde todos já o conhecem. Uns abanam a cabeça à sua passagem, sensurando este modo de vida pouco adequado à vida citadina. Outros sorriem perante a teimosia de manter um estilo de vida tão artesanal.
A quem o interpela, o pastor diz que não são prédios, carros, ou lojas que alimentam quem tem fome.
Insiste em beber o leite das sua cabras e fazer a sua manteiga. A D. Maria, sua esposa, é a única pessoa da cidade que sabe fiar a lã das ovelhas que o marido tosquia sazonalmente e faz os melhores queijos da região (que vende clandestinamente, pois recusa-se a usar recipientes e instrumentos esterilizados, certificados e verificados, que produz com as suas próprias mãos e com os recipientes herdados da avó a quem sempre gabaram o jeito para os queijos).

Futuros cavaleiros

O Martim e a Mara querem ser cavaleiros quando forem mais crescidos. Querem ser os melhores amigos dos seus cavalos e passar dias inteiros a cavalgar com eles. Querem ser eles a escová-los e a pentear-lhes a crina e a dar-lhes um bom banho depois de cada passeio.

 

Sonham com cavalos, passam o dia a desenhar cavalos na escola e brincam o resto do tempo aos cavaleiros, aos índios, aos cowboys. Qualquer coisa que tenha cavalos é uma óptima brincadeira para eles.

 

Hoje é a sua primeira aula de equitação. Estão a experimentar os póneis, para ver como se portam e se não têm medo. O Joel, o equitador, gosta da maneira como eles se mantém em cima do pónei e de como estão atentos ao que ele diz.

 

Não admira nada que daqui a pouco tempo o Martim e a Mara já estejam a galopar em cima de um cavalinho!

 

Índios e cowboys

Não, não se trata de um confronto tradicional entre índios e cowboys.

Trata-se antes de um duelo de perícia entre uns e outros, que definirá quem durante esta estação poderá caçar mais bisontes. É certo que todos precisam dos bisontes para sobreviver, mas a verdade é que se todos caçarem indiscriminadamente, a população de bisontes ficará drasticamente reduzida, pondo em perigo a sobrevivência da espécie.

 

Desta forma, na primeira lua cheia de cada Primavera, decorre um duelo entre índios e os cowboys. São escolhidos a dedo os melhores homens, que competem entre si. São várias as provas a realizar: tiro com arco e flecha, corrida de canoas, construção de uma jangada e caça à lebre. 

 

O júri é constituído pelo xerife da cidade e pelo feiticeiro da tribo, que têm a ajudá-los 2 mulheres da cidade (Rosa, a dona do saloon, que é uma rapariga despachada e Amélia a professora) e ainda 2 índias (Olhos Doces, esposa do chefe da tribo e Sorriso Valente, a filha do feiticeiro).

 

O sol acaba de nascer na pradaria. A fogueira está ainda acesa, pois a noite é ainda fresca no ínicio da Primavera. 

E começa o duelo!

 

Arqui-inimigos, ou nem por isso?

Num canto recôndido da floresta o "cavaleiro da pena" prepara-se afincadamente para o duelo com o seu arqui-inimigo: o "cavaleiro do dragão"!

 

A sua rivalidade vai já na 4ª geração, pelo que desde o berço que o ensinaram a fazer cara feia ao ouvir a palavra "dragão".

 

No entanto, os inimigos escondem um segredo: conheceram-se sem saberem quem eram, enquanto eram ainda pequenos escudeiros, nos bastidores da feira anual do reino. Desconhecendo a sua identidade passaram uma tarde bastante divertida, entre banhos no rio e desafios de pontaria aos peixes.

 

Poucas horas depois, no início dos preparativos dos duelos na feira, perceberam quem eram e o quão difícil seria daí para a frente voltarem a ter uma tarde igual.

 

Ainda falta o exame...

Bom, as aulas estão quase a acabar é verdade, mas ainda faltam os exames finais e a professora Lena não descansa enquanto os seus alunos não tiverem a matéria toda na ponta da caneta, prontinha a ser escrita na folha de exame!

 

É bem certo que lá fora o sol já convida a dar uns bons passeios de bicicleta e a tomar uns belos banhos de mar, mas até ao dia do exame, todos fazem um esforço final para que se possam orgulhar do resultado do exame.

 

A professora Lena revê as operações no quadro, com a Matilde que não gosta particularmente de matemática. A pouco e pouco as dúvidas ficam esclarecidas e a Matilde mais confiante de que o exame correrá bem!