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PLAYMOBLOG

Estas pequenas figuras foram os heróis da minha infância. Os clicks valeram-me horas de brincadeiras partilhadas com os amigos lá da rua. Estiveram vários anos encaixotados. Hoje são um legado para a minha filha.

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Estas pequenas figuras foram os heróis da minha infância. Os clicks valeram-me horas de brincadeiras partilhadas com os amigos lá da rua. Estiveram vários anos encaixotados. Hoje são um legado para a minha filha.

O passeio

Por enquanto a princesa Lila pode aproveitar os longos passeios na sua fiel montada e na companhia do Martim, o seu melhor amigo.

O seu pai já lhe fez saber que, daqui a um ano casará com Rafael o pretendente do trono de um reino distante.

 

Os bosques em redor do castelo são particularmente simpáticos na Primavera: frescos, frondosos e dotados de uma miríade de tons de verde que  não deixa de espantar quem os percorre.

Aqui os cavalos podem correr livremente libertos da tensão da cavalariça e comer erva fresca tranquilamente, enquanto os amigos partilham segredos e imaginam futuros para o reino.

 

De regresso ao castelo, passam pelo moinho, pelo poço, pelo pequeno mercado e pelo forno comunitário da aldeia, onde saboreiam pão quente acabado de cozer. Dificilmente Lila encontrará este sabor no seu novo reino daqui a um ano, por isso, já fez saber ao seu pai que por nada deste mundo abdicará destes passeios com o Martim!

 

Playmoaldeia

Os raios de sol que começam a despontar no horizonte não chegam ainda para aquecer aqueles que rcebem um novo dia.

 

Na Playmoaleia, faltam braços para as tarefas do princípio do dia: é preciso cortar lenha para acender o forno que não tarda vai cozer o pão, ordenhar cabras para daqui a pouco se fazer o queijo, soltar as vacas no prado, colher e preparar os legumes que serão vendidos no pequeno mercado da aldeia, ir ao poço buscar água, ir buscar os ovos ao galinheiro, fazer compotas,...

 

O estômago foi apenas saciado por um pedaço de pão (do dia anterior) com queijo, e todos saíram apressados para as tarefas do dia. Todos reconhecem a importância destas tarefas que lhes garantem o sustento de cada dia e por isso, empreendem-nas cada dia com a mesma seriedade, pois todos dependem de todos.

 

Mais logo, lá para o fim da manhã, e já findo o mercado, comerão um caldo de legumes na cozinha comunitária da aldeia, saborearão o pão fresco. E depois, recomeça o ciclo do fim do dia: recolher os animais que andam pelo pasto, mondar e sachar a horta, apanhar fruta, alimentar os animais,...

 

Recebem o pôr-do-sol já praticamente cada um em sua casa, à beira do fogo, onde cearão um pouco de leite e pão com compota.

 

 

Varino Amoroso

Olha Maria, está a ver? Aquele ali, o maior, é o Amoroso. O meu avô foi durante muitos anos mestre daquele varino, naquele tempo em que no Tejo se cruzavam centenas de embarcações que transportavam de tudo um pouco, de e para Lisboa.


Nas férias da escola, o meu pai partia com ele bem cedo todas as manhãs, e ajudava-o nos fretes do dia: ora a carregar ostras ou cortiça e transportá-las para Lisboa, ora a levar gente de um lado para o outro, numa correria de tempos em que não havia automóveis, quanto mais estradas.


No farnel levavam pão e queijo e completavam o almoço com algum peixe que apanhassem, enquanto seguiam à bolina por esse estuário fora, que assavam, num bocadinho que tivessem, enquanto aguardavam algum carregamento. De tempero apenas lhe punham sal, das salinas do Samouco, pagamento frequente de quem não tinha moedas para gastar, mas que precisava do transporte.


No dia de S. Pedro, engalanavam juntos o Amoroso e nesse dia, este varino, era sempre a embarcação mais bonita do Tejo. Era nele que embarcava o Sr. Prior, para dar a benção a todos quantos vinham das redondezas celebrar o Santo Pescador.


 

A Rocha Vermelha

A Rocha Vermelha tem amelhor vista de todo o parque nacional de Playmobil.

Na região todos conhecem a história de como a grande pedra ficou assim, vermelha:

 

Há muito muito tempo atrás, no principio do mundo, o último dos dragões era perseguido incessantemente pelas suas valiosas escamas. Elas não eram só um precioso troféu, como curavam doenças e serviam de moeda de troca nos negócios mais arrojados.

Nesse tempo, o Homem era muito ganancioso e perseguiu até à extinção esta espécie, em busca de glória e sobretudo riqueza.

 

O último dos dragões vivia em fuga constante, até que depois de uma luta particularmente violenta decidiu não parar de voar, até que as suas asas já não aguentasem mais o peso do seu robusto corpo. Foi assim que o último dragão descobriu esta grande rocha e nela pousou, admirando a magnífica paisagem que dali se avistava. 

 

Exausto, enroscou-se e ficou por ali a contemplar o local até que acabou por adormecer, feliz de certa maneira, por ter encontrado tão belo lugar. Não mais acordou, pois sem perceber, uma seta perfurara por debaixo da sua asa, no seu ponto mais vulnerável e por ali perdera grande parte do seu sangue enquanto dormia e a rocha tingiu-se de vermelho. 

 

Passariam muitos sóis e muitas luas, até que a carcaça do último dragão fosse quebrada pelo vento, levada pela chuva e engolida pela terra. Mas a rocha ficaria para sempre vermelha.

 

A cria

Nasceu uma cria de urso no Parque Nacional de Playmobil!

 

A mãe, Pata-Negra, conhece cada recanto do parque e mostra-os agora à pequena cria.

Uma pequena clareira junta ao rio, é um dos locais preferidos da mãe ursa, pois sabe que frequentemente tem ali à sua espera uma guloseima dada pelo Fred, o guarda-florestal do parque.

 

Hoje, é a primeira vez que Pata-Negra traz aqui a sua filhota, que logo se aproxima de Fred, curiosa.

Enquanto se deixa farejar, Fred aproveita para verificar se a cria está bem de saúde e nesse processo, surge-lhe de imediato um nome para ela: Pata-Tenra!

 

 

Na savana

Grandes e pequenos animais da savana encontram-se reunidos na Rocha do Conselho.

Foram convocados pela Leoa Branca pois há uma comunicação importante a fazer: o Homem libertou no território um elefante criado desde pequeno num refúgio para animais. 

 

Todos se lembram do dia em que mataram a matriarca da manada dos elefantes para lhe arrancarem os dentes e como durante dias a fio o seu pequeno filhote deambulou por ali chorando a sua morte e pedindo ajuda. Até que um dia deixaram de o ver e todos imaginaram que tivesse morrido.

 

O pequenote tinha sido recolhido exausto e faminto e criado num refúgio de elefantes, longe dali e agora regressava a casa já um elefante feito. 

Mas já não há elefantes no território. Há muito que abandonaram estas paragens, dizimados por causa do marfim. Assustados pela perseguição do Homem, partiram em busca de melhor refúgio.

 

Caberá agora a cada animal da savana, grande ou pequeno, que voe ou que rasteje, ensiná-lo a viver no território e a ser um verdadeiro elefante.

Quem sabe, se dentro de pouco tempo terão de novo uma manada na savana?

 

 

Na marina

Um passeio na marina também serve para estudar: tipos de embarcações, nós e amarrações, ventos e marés.

E claro, para tirar a foto para mais tarde recordar, vestidos a rigor!

 

O Clube da Praia

O Clube da Praia reúne amigos da rua e desenvolve as suas actividades maioritariamente na praia. A verdade é que efectivamente, os seus membros se encontram em qualquer sítio, sempre que mais do que um deles seja libertados dos afazeres domésticos e escolares e saia porta fora, tocando desenfreadamente à campanhia dos restantes membros, na procura de quórum.

 

As aventuras vividas em conjunto são inúmeras e estabelecem laços de amizade bem vincados, fornecem uma coloração avermelhada (mas saudável) nos rostos dos miúdos e produzem uma fome de tal maneira, que não há pão com manteiga e leite com nesquick que lhe resista.

 

- Aposto que são as muralhas de uma antiga fortaleza pirata! Se continuarmos a escavar, talvez encontremos umas moedas de ouro...

- Eu acho que isto são os restos de uma prisão, onde eram encarcerados os presos mais perigosos. Vamos procurar marcasa secretas nas paredes... Era assim que os presos comunicavam uns com os outros, sabiam?

 

 

SOS

Uma tempestade inesperada deixou pai, filha e respectiva embarcação inutilizada, numa praia de acesso difícil...

A verdade, é que a ajuda se encontra a um toque de telemóvel, mas entretanto treinam-se sinais terra ar, fogueiras de sinalização e construção básica de abrigos, para uma eventualidade!

 

Saudação do Rei

No primeiro dia de cada ano, o rei tem por tradição, saudar o seu povo da janela do palácio.
A última noite do ano costuma ser de festa e faz parte da tradição, que seja o rei a oferecer os divertimentos, a comida e a bebida.
São muitos pois, aqueles que se deslocam de longe até à capital do reino para participar na grande festa.
De um modo geral, o rei é amado pelos seus súbditos. É implacável com os corruptos, os ladrões e os preguiçosos e as riquezas do reino são bem administradas em favor do povo: as estradas são mantidas, novos poços abertos e a nova moda é instalar um cirurgião nas vilas de maior dimensão, para cuidar da saúde de todos.
Não fosse Siri, o dragão destruir inúmeras colheitas com o fogo das suas entranhas e devorar o gado que pasta nos campos e dir-se-ia que este era um reino de contos de fadas!