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PLAYMOBLOG

Estas pequenas figuras foram os heróis da minha infância. Os clicks valeram-me horas de brincadeiras partilhadas com os amigos lá da rua. Estiveram vários anos encaixotados. Hoje são um legado para a minha filha.

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Estas pequenas figuras foram os heróis da minha infância. Os clicks valeram-me horas de brincadeiras partilhadas com os amigos lá da rua. Estiveram vários anos encaixotados. Hoje são um legado para a minha filha.

Negociações

O problema é que desde que começaram a garimpar perto do território índio, que o rio, outrora límpido e cristalino, é agora uma corrente de lama e pedras. Os peixes estão a morrer e as margens do rio, despidas de vegetação para facilitar o acesso ao rio, estão a ruir e a desviar o seu curso.

 

Os índios, que até há pouco tempo tinham água para beber e peixe para pescar em abundância, nada mais têm agora, do que um esquálido fio de água pardacento, que mal tem forças para correr. Em breve a tribo terá problemas para equilibrar a sua dieta e percorrem agora diariamente uma distância significativa, para assegurar o abastecimento de água à tribo.

 

Foi para negociar a utilização do rio que os homens mais importantes se reuniram. Os índios exigem que seja resposto o caudal do rio. Os homens brancos sugerem que a tribo se mude de sítio.

 

Prevêem-se negociaões difíceis... 

 

 

Vivo ou morto

O xerife reuniu todos os seus ajudantes, pois um perigoso bandido anda à solta na cidade.

Jo Mãos Leves tem escapado ileso de várias situações e a população anda a ficar descontente. Falam já em fazer justiça pelas suas próprias mãos. Querem apanhá-lo e deixá-lo atado de pés e mãos na pradaria para que os ursos que andam esfomeados se regalem com um novo petisco.

 

Jo Mãos Leves já roubou um barril de cerveja do saloon, já assaltou a diligência do banco e até o homem do Pony Express que trazia o coreio para a cidade. Até o sino da igreja ele levou, sem que o conseguissem apanhar.

 

Por isso, planeia-se cuidadosamente uma caça ao homem, para que desta vez, Jo Mãos Leves apenas possa pôr as mãos na barras da cadeia.

 

 

O filme

O estúdio de cinema Claquete Clik prepara um documentário sobe os índios das grandes planícies.

 

Uma das actividades mais frequentes destes índios, eram a caça de animais de grande porte, que os abastecia de carne, pele e couros para a confeção de inúmeros artefactos, sobretudo a cobertura das tendas cónicas (tipis) em que viviam pelo menos uma parte do ano.

 

É precisamente essa actividade Roberta a produtora escolhida para liderar este projecto e Roberto, o mais talentoso repórter de imagem do estúdio, que procuram reproduzir hoje. Para os ajudar, contam com o robusto Manolo, que encarnou na perfeição as características dos índios: aprendeu a montar a cavalo apenas com uma manta, a dominar a lança de caça, não a largando nem para ir às compras e passando a tomar banho no rio da floresta onde é filmado o documentário.

 

O urso Misha, apesar do ar feroz, é doce como o mel e por isso recebe guloseimas de toda a equipa.

 

 A película será um sucesso!

 

 

Conselho índio

A chegada da Primavera traz consigo a realização do grande conselho índio.

 

A tribo reúne-se para decidir algumas questões importantes:

- É preciso levantar o acampamento de Inverno e definir o local do primeiro acampamento da Primavera;

- As provisões escasseiam e é urgente repô-las;

- É importante também debater as questões ligadas à defesa da tribo, pois a cidade dos brancos tem crescido a olhos vistos e já há várias estradas a atravesar território índio;

- As crianças da tribo precisam de um novo tutor, para que possam aprender mais e crescer fortes em força e sabedoria índia.

 

Este é pois um momento particularmente importante na vida da tribo, por isso, antes de começarem os trabalhos, o grande feiticeiro executa um antiquíssimo ritual, sob a égide da águia-real, totem da tribo, para que tomem as melhores decisões.

 

Zico, o polícia

Sempre atento, o Zico patrulha a costa em busca de malfeitores num dia soalheiro.

Ainda é cedo, há poucos veraneantes na praia, mas no cais a azáfama já se faz sentir. Os nautas preparam-se para mais um dia de mar, carregando mantimentos, fazendo as últimas verificações à embarcação e acertando pormenores quanto ao rumo a seguir.

 

É nestes entretantos que por vezes, alguns ladrõezecos tentam a sua sorte e quando os nautas dão por isso, já desapareceu uma carteira, um portátil ou um gps. É aqui que entram os olhos de lince do Zico, que habituado a esta maneira de agir, procura descobrir potenciais fora-da-lei a cirandar pelo cais.

 

Tio Dimas

A arte de domar cavalos selvagens é passada de geração em geração na família, mas o Tio Dimas possui um talento natural como poucos.

O tio gosta de se levantar cedo pela manhã e começar o trabalho com os cavalos ainda o sol mal nasceu.

 

Com uma paciênia infinita, começa por se sentar longe deles, até que o aceitem. Depois, a curiosidade natural dos animais, fá-los chegarem-se um pouco mais perto de cada vez. E o Tio Dimas mantém-se ali, sossegado, respirando devagar, sem sobressaltos. O primieiro dia raramente pasa disto. 

 

Ao segundo dia, nada melhor do que umas guloseimas para conquistar por completo a confiança dos bichos. Um torrão de acúcar, uma maça ou uma cenoura, inibem os últimos receios dos equídeos que se deixam tocar e afagar pelo tio.

 

Sem falar alto e mantendo uma postura calma mas firme, o Tio Dimas conquista a confiança dos cavalos. E esse é o passo mais importante para que mais tarde estes se deixem domar. Uns serão cavalos de trabalho na quinta, outros serão montados pelos alunos do tio e apenas os que possuírem as características mais nobres, serão reprodutores.

 

Em fuga

Zeca pé-ligeiro, acaba de roubar a diligência que iria abastecer o banco da cidade.

Num golpe de sorte, os delegados do xerife não andavam longe e logo acorreram ao local e se lançaram em perseguição do famoso bandido. 

 

Por azar, a montada de Zeca pé-ligeiro magou-se e Zeca teve que fugir a pé. A mala cheia de diheiro tornou-se num empecilho para uma fuga bem sucedida e num ápice, os delegado do xerife encontraram a sua pista.

 

Pobre Zeca. A situação é injusta: de um lado a força da lei, multiplicada por dois, munida de duas armas e ainda por cima montada em 8 patas. Do outro, Zeca, carregando uma pesada maleta, uma pistola e 2 pernas já cansadas de tanto fugir. Nesta altura, alguns dias no calobouço da cidade, parecem até apetecíveis!