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PLAYMOBLOG

Estas pequenas figuras foram os heróis da minha infância. Os clicks valeram-me horas de brincadeiras partilhadas com os amigos lá da rua. Estiveram vários anos encaixotados. Hoje são um legado para a minha filha.

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Estas pequenas figuras foram os heróis da minha infância. Os clicks valeram-me horas de brincadeiras partilhadas com os amigos lá da rua. Estiveram vários anos encaixotados. Hoje são um legado para a minha filha.

O duelo

O sol está a pique. É meio-dia certo e o xerife prepara-se para disparar o tiro que dará início ao duelo. 

Sente-se uma estranha tensão no ar e uma cascavel que por ali cirandava, trata de desaparecer dali para fora rapidamente. 

 

Este é um duelo do coração. João Preto pretende a mão de Sílvia a filha do banqueiro da cidade. As suas intenções são as mais sérias. Por outro lado, são mais que conhecidas as tropelias do Joel Anjo, com muitas das meninas casadoiras da cidade. Ingénua, Sílvia, perdoa-lhe cada escapadela  assim que houve as suas serenatas à janela.

 

O duelo foi marcado numa tarde no salloon, em que Joel Anjo mais uma vez se vangloriava de ter sentido entre as mãos as ancas roliças de Patrícia, filha do talhante. João Preto, num ímpeto de garanhão solto no prado em plena Primavera, bradou para todos quantos quisessem ouvir que aguardaria pelo Joel Anjo, à saída da cidade, para de uma vez, resolverem a questão.

 

Quem vencerá o duelo?

 

Acampamento de Verão

A colónia de férias não podia começar da melhor maneira: um passeio pedestre, liderado pelo João, o guarda do parque e pelo Bolinhas, um labrador lindo de morrer e muito simpático!

 

Já viram poupas, gralhas e piscos de peito ruivo. Já viram rãs e os seus girinos, no ribeiro que atravessaram, mas infelizmente as amoras ainda estão verdes para se comer, poque senão tinham sido devoradas pelo grupo de pequenos exploradores.

 

Descobriram que aqui podem falar mais baixo, que a natureza é silenciosa e que os sons dos pásaros os embalam na sesta de depois do almoço. Em breve chegarão ao acampamento onde passarão 10 dias das longas férias de Verão que ainda agora começaram.

 

Logo à noite, a sobremesa será servida junto à fogueira: fruta com chocolate quente. E esta é só a primeira de muitas surpresas. Vivam as férias!

 

Libertem a cidade!

Mr. Smith é um xerife corrupto, que domina a cidade com os seus esquemas viciados. Controla o whisky que chega à cidade, é dono de todas as explorações para garimpagem do ouro e os lucros do salloon são partilhados com ele, só porque sim.

 

Vive rodeado de um bando de mercenários a quem paga para o manterem seguro e cujas regalias contemplam bebida à descrição e vários baralhos de cartas viciados, com que enganam os incautos que se atrevem a desafiá-los no salloon.

 

Curvados por tanta opressão e por outras tantas tentativas falhadas de acabarem com a vida de Mr. Smith, os cidadãos vivem receosos e sem confiança no futuro. No entanto, a esperança renasce na figura de dois amigos que cresceram a fugir ma avistavam a sombra de Mr. Smith, pois era certo e sabido que se ele lhes chegava, acertava-lhes um pontapé no traseiro, chamando-os de ranhosos.

 

Mary Jane e Cody, passaram longas tardes de Verão da sua infância a definirem planos e mais planos que acabassem de vez com a presença de Mr. Smith na cidade. Mas foi preciso crescerem, viverem a vida e ganharem experiência para que os seus planos tivessem a mínima chance de serem bem sucedidos.

 

E eles estão confiantes que de conseguirão. O plano está traçado e revisto vezes sem conta. Inúmeros cúmplices na cidade esperam o seu momento para colaborarem e contribuírem para o sucesso do plano. Sim, eles vão conseguir!

 

O feiticeiro da floresta

Mesmo no coração da floresta, vive um poderoso feiticeiro.

Dono de um temperamento muito particular, desde tenra idade que se retirou para o interior da floresta, onde, sozinho e em total comunhão com a natureza que o envolve, aprende os segredos mais secretos de cada planta e de cada fruto.

 

O resultado do seu trabalho coloca-o ao serviço de quem quer que o procura. E são muitos e vêm de muito longe aqueles que procuram esta ajuda, pois a fama do feiticeiro é cantada em trovas e baladas em estalagens, adros de igrejas e pelos camponeses enquanto trabalham a terra.

 

São vários os remédios que colocou à disposição de quem o procurou, destinados a todo o tipo de males: dor de dentes, feridas de flechas, problemas de intestinos ou indigestão. Todos com uma elevada percentagem de sucesso, o que faz com que volta e meia lá apareça uma nova canção a elogiar o seu talento.

 

A velha mina

Ao pôr-do-sol de mais um dia no Oeste, o bando reúne-se na velha mina, para rever os detalhes do plano.

A diligência que trás o novo xerife para a cidade, trará também uma nova remessa de notas acabadinhas de imprimir. E isso é demasiado irrestível para o bando, que tem planeado com todos os detalhes o roubo e do qual ninguém se esquecerá por tempos infinitos.

 

A velha mina já esvaída de todo o seu conteúdo precioso, jaz agora abandonada e foi o local ideal para esconderijo do bando. Com paciência, têm  reunido tudo o que precisam para completarem o plano: explosivos e armas.

 

O grande dia aproxima-se e nada pode ficar ao acaso. Nestes encontros, o bando treina a pontaria, ensaiam e cronometram explosões e testam o assalto à diligência, usando para isso uma velha carruagem de passeio que furtaram ao presidente da cidade.