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Estas pequenas figuras foram os heróis da minha infância. Os clicks valeram-me horas de brincadeiras partilhadas com os amigos lá da rua. Estiveram vários anos encaixotados. Hoje são um legado para a minha filha.

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Estas pequenas figuras foram os heróis da minha infância. Os clicks valeram-me horas de brincadeiras partilhadas com os amigos lá da rua. Estiveram vários anos encaixotados. Hoje são um legado para a minha filha.

Paz?

Não foi fácil chegar aqui.As tréguas obrigam a muitas cedências de parte a parte e entre orgulhos feridos e convicção de ser dono da razão, nem sempe facilitam as coisas. Houve perdas de ambos os lados: de um, muitos escalpes de soldados encontram-se agora pendurados à cintura dos índios mais corajosos e aguerridos; do outro, outros tantos índios estropiados pelas armas de fogo.

 

Não tendo sido fáceis as negociações entre Grande-Pena-Branca, o chefe índio e o comandante Jack Russel, foram feitos alguns progressos que permitem dar descanso a ambas as partes e a completar alguns rituais que satisfaçam ambas as partes: se por um lado fumar o cachimbo da paz é fundamental para a tribo, a assinatura de uns pápeis é vital para o comandante.

 

Assim e como prova de boa vontade entre as partes, os soldados abandonaram uma área junto ao rio, importantíssima para o abastecimento de água da tribo e os índios deram em troca vinte cavalos, criados e treinados por eles. Por agora, respira-se a paz!

 

Mapa maldito

Dobrado e desdobrado, perdido e achado vezes sem conta e mil e um tormentos passados, o mapa do tesouro maldito faz jus ao seu nome. São poucos os traços agora reconhecíveis e muitas horas se passaram em que vários possuidores se debruçaram sobre ele, à luz da candeia, do sol ou da lua. Muitos já o tiveram nas mãos, mas poucos estiveram perto de encontrar o tão desejado tesouro.

 

Brigas entre amigos, lutas entre familiares e até a morte daqueles que ousaram ir mais longe, são os despojos do mapa maldito. Dele emana um cheiro a rum, a pêlo de macaco molhado e a sangue. E o cheiro cola-se às mãos daqueles que o tomam entre mãos, entranhando-se nas narinas, levando os seus possuidores a sonharem noites a fio com o som dos dobrões de ouro a tilintar nas suas mãos.

 

Dono de uma prodigiosa força de vontade Black Jack, estás prestes a tomar o peso do tesouro em sua mãos. Mas estará ele atento à serpente que guarda o tesouro, ou as forças faltar-lhe-ão e cegará perante o brilho dos dobrões e cairá também envenenado?

 

 

Bandido!

- Xerife, sabe bem que não me posso render. Nada mais sei fazer na vida que assaltar diligências, jogar à batota e dar o golpe do baú em mulheres frágeis e viver foragido da lei, dormindo sob as estrelas se for preciso. Pode disparar. Não sendo certo que morrerei, tenho a certeza porém de que o xerife não sairá daqui bem tratado. A minha pontaria é certeira e o xerife sabe-o bem. Por outro lado, já conheço o seu calabouço melhor do que as palmas das minhas mão. Saio de lá em menos de nada. É só fartar-me de estar engaiolado e em três tempos estou cá fora.

 

O quê, ir para a cadeia distrital? AH AH AH Substima a minha fama, xerife. Serei recebido como um herói lá. Sim, lá chegarei. Estou a pensar passar lá a minha reforma. O cangalheiro? Não o receio. Gozei a vida o suficiente para não recear a morte. Tive dinheiro e mulheres. Pouco mais um homem pode querer desta vida. Preparado xerife? Eu estou!

 

 

Dia de calor

É um dia de Verão por excelência! O povo acorreu à praia aos magotes, trazendo consigo toda a parafrenália inerente a um longo dia de praia: vários chapéus de sol, piscinas e baldes para os mais novos e lancheiras recheadas de petiscos suficientes para alimentar um regimento.

 

Dias assim, são dias de grande trabalho para aqueles que asseguram o bem estar e a segurança dos veraneantes. Crianças perdidas, indisposições várias devido ao calor, pequenos furtos, todos os olhos são poucos para tanta gente.

 

O João adora estes dias de grande azáfama. Ostenta já um tom de pele que denuncia as muitas de horas que já passou de serviço na praia. Mas isso não o faz ficar cansado. Antes pelo contrário. Muitas vezes, depois do trabalho, combina com os amigos um petisco de final de dia, acabando ficar na praia muito além do sol se pôr.

 

 

Sala de troféus

Sir Alfred, Sir Anthony e Sir Bartolomew, cavaleiros de Sua Majestade, são frequentadores assíduos da sala de troféus do castelo. Ali estão garantidas as melhores armas: as mais afiadas, as mais equilibradas, as mais bem temperadas e as últimas novidades do mundo bélico. 

 

Sua Majestade garante as melhores condições de treino e em troca exige que os seus cavaleiros simplesmente aniquilem qualquer tentaiva de ataque ao seu reino.

 

Nesta sala, entram apenas os cavaleiros de elite, os mais bem treinados, os mais equilibrados e os guerreiros mais aguerridos. Por ora, os tempos são de paz. A sala serve para definir novas estratégias de guerra, testar novas armas e estudar novos movimentos que derrotem rapida e letalmente os adversários, em lutas corpo-a-corpo.

 

Niguém entra aqui de ânimo leve. A concentração exigida é máxima e não raras vezes, Sua Majestade em pessoa acompanha os trabalhos que decorrem na sala. 

 

Terra Santa

Até aqui nada de houve de belo e honroso nesta jornada até à Terra Prometida. 

 

A viagem na nau São Nicolau foi lenta e fustigada por 2 tempestades tenebrosas antes de aportaram em Roma. Daqui o grupo de cruzados, composto por nobres e seus escudeiros, cavaleiros em busca de fama e mercenários em busca de fortuna, seguiu por terra até Bari, onde embarcou de novo, desta feita numa escuna francesa, rumo a Constantinopla. Seguiu-se então uma extenuante jornada até Jerusalém. 

 

Poucos têm ainda forças para combater. Muitos estão doentes e desnutridos. Outros tantos foram abandonando parte do equipamento que pesava cada vez mais, por isso pouco mais têm do que uma adaga para enfrentar os infiéis.

 

Apenas a fé os sustenta e lhes mantém o brilho no olhar e um sorriso nos lábios.

 

O túmulo de Mentuhotep

A azáfama tem sido mais que muita no oásis el-sheik! Desde que descobriram o túmulo do faraó Mentuhotep VII, que não páram de chegar arqueólogos do mundo inteiro, carregados com caixas e caixas de material.

 

O túmulo não fica longe do oásis, mas ainda assim, é necessário carregar todo o equipamento para o local e algumas equipas bem se vê que nunca puseram pé no deserto. A cor da pele de alguns é tão leitosa, que apenas em algumas horas de exposição, já ganharam uma cor quase escarlate. As insolações são várias e as desidratações outras tantas.

 

Muitos recorreram à ajuda dos habitantes do oásis, que os auxiliam no transporte do equipamento para o local de escavação, servindo-se da preciosa ajuda do animal mais adaptado ao deserto: o camelo. 

 

Aminah também foi recrutada, assim como o Areias. Juntos levam e trazem material e pessoal do oásis para o local de escavação e vice versa. Mantém o grupo abastecido de água e Aminhah pepara-lhes frequentemente refeições leves.

 

A vida tranquila do oásis, tornou-se agora no centro do mundo e ouvem-se várias línguas provenientes de todo o lado. O burburinho só acalma já a lua vai alta, altura em que por fim, o silêncio do deserto volta a reinar.