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PLAYMOBLOG

Estas pequenas figuras foram os heróis da minha infância. Os clicks valeram-me horas de brincadeiras partilhadas com os amigos lá da rua. Estiveram vários anos encaixotados. Hoje são um legado para a minha filha.

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Estas pequenas figuras foram os heróis da minha infância. Os clicks valeram-me horas de brincadeiras partilhadas com os amigos lá da rua. Estiveram vários anos encaixotados. Hoje são um legado para a minha filha.

Visita de estudo #6

Mais um projecto: a turma perguntou à professora como é que o peixe chegava ao supermercado e ela logo tratou de lhes ir mostrar.

Foram até ao cais, assistir à chegada dos barcos da faina. Viram os peixes a reluzir de prata, serem descarregados e colocados em caixas, já no cais. Em seguida foram à lota e divertiram-se imenso a assistir à venda do pescado. Lá fora, os camiões dos grandes supermercados foram carregados e partiram de barriga cheia.

Por fim, foram ainda ao mercado comprar fruta fresca e puderam ver que não é só nos supermercados que se vende peixe. Todos se divertiram imenso, pois os feirantes foram muito simpáticos e brincaram imenso com eles. Deixaram-nos ir para trás das bancadas e de avental posto, ajudaram nas vendas.

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A chegada

A época do caranguejo acabou. A tripulação cansada, regressa a casa, depois de dois meses de faina intensiva num mar pouco meigo e muito desafiante.

Como é tradição, o capitão do porto recebe cada embarcação, respirando aliviado ao saber que cada membro da tripulação se encontra bem e que não ocorreu nenhum acidente.

O porão vem cheio o suficiente para garantir o sustento de todos, até que comece a época do bacalhau, por isso, vêem-se sorrisos nos rostos, apesar do cansaço.

Apesar de terem chegado, ainda é preciso vazar o porão, fazer limpezas e efectuar algumas reparações, por isso, apesar de terem chegado, não podem descansar para já. O porão será esvaziado assim que atracarem e as restantes tarefas serão realizadas nas próximas semanas. Depois sim, terão alguns dias para descansar e recuperar alguns quilos perdidos. 

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Pirataria

O encontro fortuito do Pérola com uma escuna de cadetes da Escola Naval, não surtiu bons resultados.

Se por um lado os piratas, que longe de esperarem alguma refega, se tinham dedicado a brindar repetidamente a uma abordagem muito bem sucedida descurando por completo a vigilância das águas ao seu redor; por outro, o navio repleto de cadetes garbosos, ansiosos por demonstrar tanto de conhecimento acumulado, como de valentia e bravura, era fácil perceber o resltado final.

O capitão do Pérola procurou em vão que os piratas retomassem os seus postos, mas com a barriga cheia de rum, os homenzarrões tropeçavam desajeitadamente no convés e pareciam mover-se em câmara lenta. 

Assim que percebeu que a causa estava perdida (o que não demorou muito tempo), o capitão do Pérola lançou um pequeno bote à água, depositando nele uma das arcas mais pequenas, precisamente uma das que continham pedras preciosas. Cobriu-se com um trapo velho, despejando por cima restos de comida e lá escapou incólume à refrega que aconteceu a seguir.

Felizmente não estavam longe de terra firme e uma pequena ilha serviu-lhe de abrigo. 

Escola Naval #6

Sim, desta vez trata-se de uma situação real!

O almirante foi chamado a resolver um pequeno incidente com um bando de piratas maltrapilhos que todos já conhecem bem e que primam pela desorganização. O conflito não é difícl de resolver: uns quantos tiros certeiros da artilharia pesada, seguido de um ataque de baionetas e os desgraçados serão facilmente apanhados e conduzidos aos calabouços, de onde saíram não faz muito tempo.

Os cadetes, não o querendo demonstrar, estão nervosos: as mão suam, têm a garganta seca e as pernas movem-se involuntariamente. Para afastar o nervosismo, vão revendo a matéria dada em voz alta, enquanto esperam que o vozeirão do almirante lhes dê a ordem para atirar certeiro. 

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