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PLAYMOBLOG

Estas pequenas figuras foram os heróis da minha infância. Os clicks valeram-me horas de brincadeiras partilhadas com os amigos lá da rua. Estiveram vários anos encaixotados. Hoje são um legado para a minha filha.

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Estas pequenas figuras foram os heróis da minha infância. Os clicks valeram-me horas de brincadeiras partilhadas com os amigos lá da rua. Estiveram vários anos encaixotados. Hoje são um legado para a minha filha.

Playmoaldeia

Os raios de sol que começam a despontar no horizonte não chegam ainda para aquecer aqueles que rcebem um novo dia.

 

Na Playmoaleia, faltam braços para as tarefas do princípio do dia: é preciso cortar lenha para acender o forno que não tarda vai cozer o pão, ordenhar cabras para daqui a pouco se fazer o queijo, soltar as vacas no prado, colher e preparar os legumes que serão vendidos no pequeno mercado da aldeia, ir ao poço buscar água, ir buscar os ovos ao galinheiro, fazer compotas,...

 

O estômago foi apenas saciado por um pedaço de pão (do dia anterior) com queijo, e todos saíram apressados para as tarefas do dia. Todos reconhecem a importância destas tarefas que lhes garantem o sustento de cada dia e por isso, empreendem-nas cada dia com a mesma seriedade, pois todos dependem de todos.

 

Mais logo, lá para o fim da manhã, e já findo o mercado, comerão um caldo de legumes na cozinha comunitária da aldeia, saborearão o pão fresco. E depois, recomeça o ciclo do fim do dia: recolher os animais que andam pelo pasto, mondar e sachar a horta, apanhar fruta, alimentar os animais,...

 

Recebem o pôr-do-sol já praticamente cada um em sua casa, à beira do fogo, onde cearão um pouco de leite e pão com compota.