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PLAYMOBLOG

Estas pequenas figuras foram os heróis da minha infância. Os clicks valeram-me horas de brincadeiras partilhadas com os amigos lá da rua. Estiveram vários anos encaixotados. Hoje são um legado para a minha filha.

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Estas pequenas figuras foram os heróis da minha infância. Os clicks valeram-me horas de brincadeiras partilhadas com os amigos lá da rua. Estiveram vários anos encaixotados. Hoje são um legado para a minha filha.

Acreditas em unicórnios?

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Na última das grandes florestas habitam ainda alguns unicórnios. Esses mesmo. Esses, que nos disseram não existirem. Maria sabe que eles existem. A sua avó mostrou-lhos, quando um dia ela chegou da escola de olhos repletos de lágrimas e com o coração entristecido.

- A professora disse que eles não existem, avó! - foram as suas únicas palavras.

A avó pegou-lhe na mão, aqueceu-lhe uma caneca de leite com chocolate e olhando-a fundo nos olhos, repetiu-lhe as histórias que lhe contava desde que ela nascera. Que os unicórnios existiam. Que eram poucos, era verdade. Mas que eram verdadeiros. Que viviam na última das grandes florestas e que eram animais muito especiais, que cuidavam da Terra e que eram mágicos, pois lutavam para que no coração de cada criança que nascia, o Bem prevalecesse sempre.

Passados uns dias, a avó acordou a Maria bem cedo e levou-a a conhecer os unicórnios. Embrenharam-se bem fundo no coração da floresta. Ali podia sentir-se o coração da Terra a pulsar de vida. Os unicórnios aproximaram-se suavemente e com cuidado tocaram na testa da Maria com o seu chifre. Ela sentiu um arrepio no corpo e só conseguiu sorrir de felicidade.

Hoje, é Maria que zela pela floresta e pelos unicórnios, tal como a sua avó fazia. Teve até o privilégio de ver nascer um pequeno unicórnio, que é coisa rara de acontecer. Só pode estar a fazer um bom trabalho.