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PLAYMOBLOG

Estas pequenas figuras foram os heróis da minha infância. Os clicks valeram-me horas de brincadeiras partilhadas com os amigos lá da rua. Estiveram vários anos encaixotados. Hoje são um legado para a minha filha.

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Estas pequenas figuras foram os heróis da minha infância. Os clicks valeram-me horas de brincadeiras partilhadas com os amigos lá da rua. Estiveram vários anos encaixotados. Hoje são um legado para a minha filha.

O gangue da aldeia

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Próximas as idades, próximas as vontades e gostos por brincadeiras. Pés descalços e desalvorados, por onde passam deixam sorrisos atrás de si. Pedincham um bolo à Ti Maria, subtraem uma laranja no quintal do Tio Joaquim, tomam banhos de mangueira no terraço da Avó Bela e saciam a sede com a limonada do Zé do café.

Por onde passa, o pequeno grupo deixa atrás de si um rasto de gritos felizes e o cheiro dos pinheiros que trazem na roupa perdura, mesmo depois de já terem ido brincar para outro lado.

Ao Sábado, depois da catequese, roubam hóstias não consagradas e vão comê-las para a Fonte Velha.

Aos Domingos, o Padre Manuel deixa-os tocar o sino da chamada para a missa e em seguida assistem à missa no banco mais próximo do altar.

Brigam, mas logo arranjam modos de ser amigos outra vez. Dizem amiúde que já não se suportam, mas o que eles não suportam mesmo, é ficarem uns sem os outros.