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PLAYMOBLOG

Estas pequenas figuras foram os heróis da minha infância. Os clicks valeram-me horas de brincadeiras partilhadas com os amigos lá da rua. Estiveram vários anos encaixotados. Hoje são um legado para a minha filha.

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Estas pequenas figuras foram os heróis da minha infância. Os clicks valeram-me horas de brincadeiras partilhadas com os amigos lá da rua. Estiveram vários anos encaixotados. Hoje são um legado para a minha filha.

Summer days

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Paixões de verão são assim mesmo, pequenas mais intensas. Inesquecíveis, mas que ao mesmo tempo passam depressa, deixando em nós uma lembrança a saber a algodão doce.

A pequena Marília perdeu-se de amores pelo Juca, mal pisou a areia da praia onde todos os anos passa férias com os primos. E todos os dias inventava uma qualquer situação para chegar à fala com ele:

- Fingiu-se perdida dos pais;

- Trouxera emprestado o cão de um vizinho, afirmando solenemente que o tinha encontrado na praia e que era preciso encontrar os seus donos;

- Lembrara-se de pedir uma carteira velha à tia e levou-a ao polícia dizendo que a tinha encontrado na praia.

E de cada vez que a pequenota lhe aparecia com uma historieta mais mirabolante que a anterior, de olhos brilhantes e incapaz de esconder o sorriso, o Juca percebia que estava ali um amor de verão, daqueles que é preciso tratar com cuidado, para que arrefeçam suavemente com o fim dos dias quentes da estação.

Num dos últimos dias de férias, a Marília aproximou-se dele, desta vez de olhos brilhantes de lágrimas, agradecendo todas as ajudas que ele lhe tida dado naquele verão. Certo de que seria a última vez que se encontrariam, levou-a a cavalo na sua mota a dar uma volta pelas dunas da praia. Ao chegarem, depositou-lhe um beijo muito suave na face, que ela recebeu tão envergonhada, que fugiu a correr sem olhar para trás.

Nessa noite, Marília sonhou que o mundo era feito de algodão e acordou com um sabor adocicado na boca. 

Tinha sido o melhor verão da sua vida! 

Amigos?

Acabaram-se as cabriolas e as brincadeiras à saída da escola!

Sob o olhar atento da Agente Rosadinha, as crianças atravessam a estrada em segurança e sem as traquinices do costume: não há corridas para ver quem chega primeiro ao outro lado, não há empurrões às meninas, não há gritos que distraem os automobilistas, não há bolas a rolar pelo chão ou pelo ar.

 

Aos poucos, a agente vai conhecendo a garotada e as suas patifarias: sabe que o João já andou à chapada ao Pedro por causa da Maria. Que a Rita e a Marta são as melhores amigas. Que o Marco tem uma paixoneta pela profesora. Nos primeiros dias os miúdos mal lhe falavam e preparam-lhe algumas partidas: um dia colocaram-lhe um sapo no bolso, noutro sujaram-na de tinta e chegaram a acertar-lhe com uma bola. Mas quando a Agente Rosadinha lhes mostrou como se jogava ao pião e ao espeta, tornou-se numa amiga.

 

 

Reboliço na estação

Rotina? Não há rotina na vida de um polícia!

Aquilo que parecia ser uma patrulha rotineira pela estação do comboio, tranformou-se num reboliço, que acabou numa detenção.

 

O dia de trabalho estava já no fim, quando os agentes Rosa e Bruno foram chamados à estação de caminho-de-ferro. Aparentemente havia uma discussão entre avó e neto que começava a tomar contornos preocupantes, pois a avó empunhava um guarda-chuva e ameaçava desmanchá-lo na cabeça do neto.

 

Ao receberem a chamada, Rosa e Bruno entreolharam-se e sorriram. O dia iria acabar com uma qualquer discussão familiar, que aparentava ser de fácil resolução. Ao chegarem ao local, depararam-se com avó e neto gritando improprérios um para o outro, rodeados dos tradicionais observadores que lançavam palpites sobre quem teria razão.

 

Depois de dispersarem a pequena multidão que se aglomerara, dirigiram-se à avó que só gritava: prendam-no! malfeitor! ladrão!, enquando agarrava, sacudia e tentava espancar o rapaz com o guarda-chuva. No meio de tanto puxão, sacão e encontrão, o gaiatão deixa cair a mala que se abre deixando à vista de todos, vários maços de notas de pequeno e grande valor, deixando claro, que afinal não se tratava do neto da avozinha, mas sim do responsável pelo assalto à estação de correios que decorrera na noite passada!

 

 

Dia de calor

É um dia de Verão por excelência! O povo acorreu à praia aos magotes, trazendo consigo toda a parafrenália inerente a um longo dia de praia: vários chapéus de sol, piscinas e baldes para os mais novos e lancheiras recheadas de petiscos suficientes para alimentar um regimento.

 

Dias assim, são dias de grande trabalho para aqueles que asseguram o bem estar e a segurança dos veraneantes. Crianças perdidas, indisposições várias devido ao calor, pequenos furtos, todos os olhos são poucos para tanta gente.

 

O João adora estes dias de grande azáfama. Ostenta já um tom de pele que denuncia as muitas de horas que já passou de serviço na praia. Mas isso não o faz ficar cansado. Antes pelo contrário. Muitas vezes, depois do trabalho, combina com os amigos um petisco de final de dia, acabando ficar na praia muito além do sol se pôr.

 

 

Roubaram as jóias

O dia estava soalheiro e Manecas saiu para um passeio com a namorada.

No caminho, deparou-se com um aparato polícial pouco comum, tendo sido convidado a parar junto a uma das patrulhas.

Depois de lhe pedirem os documentos e de fazerem as perguntas habituais, pediram-lhe que saísse do carro e procederam a uma busca minuciosa de ponta a ponta do veículo.

 

Afinal, a fábrica do ouro situada a escassos quilómetros dali fora alvo de um assalto preparado meticulosamente, tendo sido roubadas inúmeras peças de ouro, que por se encontrarem danificadas, seriam recicladas e transformadas noutras peças, mais modernas.

 

Desconhecendo-se a rota dos fugitivos e o respetivo veículo, as forças policiais desencadearam uma operação de buscas exaustivas, para conseguirem interceptar os malfeitores.

 

Zico, o polícia

Sempre atento, o Zico patrulha a costa em busca de malfeitores num dia soalheiro.

Ainda é cedo, há poucos veraneantes na praia, mas no cais a azáfama já se faz sentir. Os nautas preparam-se para mais um dia de mar, carregando mantimentos, fazendo as últimas verificações à embarcação e acertando pormenores quanto ao rumo a seguir.

 

É nestes entretantos que por vezes, alguns ladrõezecos tentam a sua sorte e quando os nautas dão por isso, já desapareceu uma carteira, um portátil ou um gps. É aqui que entram os olhos de lince do Zico, que habituado a esta maneira de agir, procura descobrir potenciais fora-da-lei a cirandar pelo cais.

 

Operação "Terra, água e ar"

A Operação "Terra, água e ar" inicia-se hoje ás primeiras horas do dia.

Várias unidades foram convocadas para participarem nesta operação especial: viaturas ligeiras, para intervirem em zonas urbanas, veículos todo-o-terreno, para zonas de difícil acesso e polícias a pé, para facilmente se misturarem no terreno.

 

O comandante espera hoje capturar uma perigosa quadrilha de bandidos, que há vários meses executam vários assaltos e extorsões, provocando estragos diversos em edifícios e viaturas que furtam para utilizar nas suas acções e até lesões sérias em várias vítimas das suas vilanias.

 

Pelo que foi possível apurar, o produto dos roubos é de imediato transformado em dinheiro que sustenta uma significativa rede de tráfico de estupefacientes.

 

O êxito da operação depende da coragem destes agentes!

 

 

 

Preso... outra vez?!?

Não não, esta não é de novo a história do João Barbudo. E não, ele não escapou da prisão. Acontece que afinal existe um gémeo, de carreira idântica à do irmão!

 

Apresento-vos Pedro Barbas, irmão gémeo do João Barbudo. O ramo de negócio deste irmão são os pequenos furtos, que rapidamente troca por bebidas espirituosas (ou nem tanto, quando o resultado da jornada de trabalho é fraco) no Bar dos Malandros.

 

Pedro Barbas, foi apanhado pela gente Rosadinha em flagrante delito, a furtar carteiras aos veraneantes que molhavam o joanete à beira da água. 

 

Da praia, Pedro Barbas segue directamente para os calabouços da Cidade Playmobil, onde concerteza irá comentar com o seu gémeo, a nova viatura da Agente Rosadinha!

 

 

Prémio

Pela sua folha de serviços impecável, e após o seu último êxito, a Agente Rosadinha acaba de receber uma viatura de serviço!

Lá na esquadra os camaradas discutem entre si para ver quem será o parceiro da Rosadinha e quem terá a oportunidade de trabalhar na nova viatura. Uns apelam à antiguidade, outros referem que antiguidade não é um posto.

Enfim, a verdade é que niguém está indiferente à nova viatura... nem às cores simpáticas do rosto da Agente!!

 

 

Preso!

E depois de uma acção arrojada da Agente Rosadinha, que, demonstrando uma coragem e uma determinação fora do vulgar, encetou uma perseguição feroz ao suspeito, pelo que João Barbudo se encontra agora algemado nas instalações policiais.

 

Após uma busca ao seu esconderijo, foi encontrada uma elevada soma de dinheiro, fruto dos furtos mais recentes do criminoso e foram ainda apreendidas algumas armas, que provavelmente iriam ser vendidas.

 

Assim, aqui fica o reconhecimento pelo elevado sentido de dever, responsabilidade e prontidão na acção, demonstrados pela Agente Rosadinha da qual nos orgulhamos que pertença à nossa força policial!