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PLAYMOBLOG

Estas pequenas figuras foram os heróis da minha infância. Os clicks valeram-me horas de brincadeiras partilhadas com os amigos lá da rua. Estiveram vários anos encaixotados. Hoje são um legado para a minha filha.

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Estas pequenas figuras foram os heróis da minha infância. Os clicks valeram-me horas de brincadeiras partilhadas com os amigos lá da rua. Estiveram vários anos encaixotados. Hoje são um legado para a minha filha.

Em guerra?!?

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Os homens da tribo estão num alvoroço. Dizem que o Homem Branco se aproxima cada vez mais dos seus territórios. Os mustangs e os búfalos mudaram os seus percursos habituais desviando-se dos seus locais habituais. São chacinados e mal tratados. Sabem já por instinto que devem fugir.

O território da tribo ainda não está ameaçado. A desolação da montanha nas estações mais extremas (Verão e Inverno) demove muitos de chegar ali. Mas uma coisa é certa, é sabido que tentarão chegar e entretanto há que ajudar as tribos cujos territórios sofrem já ameaças bem mais sérias.

Todas as armas da tribo foram recolhidas. Estão a ser afiadas, reconstruídas, reparadas. Estão a ser contabilizadas e já há gente encarregue de produzir novas.

Os índios mais jovens estão a ser iniciados na arte da guerra. A esconderem-se no mato, a criar emboscadas, a sobreviver e claro, a manusear todas as armas.

Há alguma tensão, mas por enquanto, é clara a certeza de que o Homem Branco não vencerá.

Uma ajuda preciosa

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Não há nada melhor que percorrer a floresta aos primeiros raios de sol.

Usufruir daqueles longos minutos em que ainda se podem ver os animais da noite a recolherem aos seus abrigos e os outros, aqueles que primeiro acordam, a iniciar um novo dia, em busca de alimento.

Perceber as flores a erguerem-se, gozando do calor da luz do dia que principia, deixando para trás o frio da noite, que encarquilha caules e folhas.

Sentir o gelo da madrugada a derreter e ver a terra acolher essas pérolas de orvalho.

Os dias no campo começam assim, bem cedo. Hoje é dia de apanhar batatas. O João e a Maria vão passar o dia a caminho do campo, carregar as suas carroças e levar as batatas acabadinhas de apanhar à cooperativa.

O trabalho não é difícil e passar o dia a atravessar a floresta para cá e para lá dá sempre origem a várias aventuras e peripécias.

Bom trabalho, meninos!

Resgate #1: 3185 Avião (parte 2)

 

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O Set 3185 está praticamente completo.

Além do trem frontal que já tinha conseguido arranjar, também já tenho as seguintes peças:

- Trens de aterragem traseiros;

- A asa da cauda;

Ando agora a ver se consigo tratar das escadas, que é mesmo a última coisa que falta!

;)

Resgate #2 | SET 3456 - Ambulância

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Adquiri há pouco tempo o SET 3456. Porém tem algumas falhas, nomeadamente:

- Luz azul do topo da ambulância

- Peça do perfusor que encaixa no gancho

- Tubo do perfusor e máscara da face

- Tubo preto do extintor

- Autocolantes

O que provavelmente me vai dar mais trabalho, é arranjar os autocolantes. Obviamente preferia ter uns originais. Em último caso terei que os fazer. Acho que vou passar os próximos tempos a escrutinar o ebay!

O peixe mais saboroso

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Nas águas frias e cristalinas do Rio Azul encontra-se o peixe mais suculento da região. Apesar do nome, Urso-Distraído sabe melhor do que ninguém o troço do rio para os pescar. Sai cedo pela manhã. Mal o sol se começou a espreguiçar e já está ele a saltar para dentro da sua canoa. Tem ainda um bom bocado para remar, até que por fim chega a uma parte do rio, mais baixa, cheia de pequenas pedras que formam pequenas grutas e reentrâncias. É aí que o peixe se esconde e abriga,  descansa e se reproduz. E onde a pesca é ainda abundante.

Noutras zonas do rio, a chegada dos homens sedentos de ouro, turvou a água e transformou a corrente límpida numa torrente de lama e detritos, assustando os peixes, matando-os e obrigando-os a fugir.

Por isso, Urso-Distraído não se ilude com a abundância desta parte do rio e pesca apenas o suficiente para si e para a sua tribo, ciente que o peixe em breve escasseará.

Ao chegar, o peixe é temperado com as ervas frescas acabadas de apanhar por Andorinha-Sorridente, que o sabe cozinhar como ninguém. O cheiro é intenso e delicioso. Não tarda que se espalhe e que o resto da tribo se aproxime para tomar a sua refeição.

O gangue da aldeia

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Próximas as idades, próximas as vontades e gostos por brincadeiras. Pés descalços e desalvorados, por onde passam deixam sorrisos atrás de si. Pedincham um bolo à Ti Maria, subtraem uma laranja no quintal do Tio Joaquim, tomam banhos de mangueira no terraço da Avó Bela e saciam a sede com a limonada do Zé do café.

Por onde passa, o pequeno grupo deixa atrás de si um rasto de gritos felizes e o cheiro dos pinheiros que trazem na roupa perdura, mesmo depois de já terem ido brincar para outro lado.

Ao Sábado, depois da catequese, roubam hóstias não consagradas e vão comê-las para a Fonte Velha.

Aos Domingos, o Padre Manuel deixa-os tocar o sino da chamada para a missa e em seguida assistem à missa no banco mais próximo do altar.

Brigam, mas logo arranjam modos de ser amigos outra vez. Dizem amiúde que já não se suportam, mas o que eles não suportam mesmo, é ficarem uns sem os outros.