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Estas pequenas figuras foram os heróis da minha infância. Os clicks valeram-me horas de brincadeiras partilhadas com os amigos lá da rua. Estiveram vários anos encaixotados. Hoje são um legado para a minha filha.

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Estas pequenas figuras foram os heróis da minha infância. Os clicks valeram-me horas de brincadeiras partilhadas com os amigos lá da rua. Estiveram vários anos encaixotados. Hoje são um legado para a minha filha.

A minha mãe Susanne | My mother Susanne

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Susanne era a minha mãe. Não havia mestre como ela. Única mulher, numa embarcação de homens, dava conta deles, da inclemência do tempo e dos caprichos do mar. Todos diziam que ela era filha do mar. Ela dizia que só no mar era feliz e que ali haveria de morrer. Quando a sua profecia se cumpriu, pois de facto no mar veio a morrer, numa tempestade de meter medo ao mais intrépido, o meu pai e o meu tio, irmão dela, fizeram a única coisa que fazem os homens do mar: recomeçam de novo.

Deram o nome dela a uma traineira nova que arranjaram. Não havia outro nome possível, pois não! E começaram de novo, honrando a minha mãe com a cara salpicada de água salgada dos salpicos do mar e de lágrimas de saudade! 

 

Susanne was my mother. There was no captain like her. The only womas on board, she manage the man, the wether inclemency and the sea whims. All say she was a daughter of the sea. And she said that sea was her happy place, and where she would die on. When her prophecy was fulfilled, as she indeed died in the sea, in a scary storm, my father and my uncle, her brother, did the only thing the sea man do: started again.

They gave her name to a new trawler they found. There was no other possible name, was it? And they started again, honoring my mother soul, with salt water on their faces: the sea splashes and tears of mourning.

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