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PLAYMOBLOG

Estas pequenas figuras foram os heróis da minha infância. Os clicks valeram-me horas de brincadeiras partilhadas com os amigos lá da rua. Estiveram vários anos encaixotados. Hoje são um legado para a minha filha.

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Estas pequenas figuras foram os heróis da minha infância. Os clicks valeram-me horas de brincadeiras partilhadas com os amigos lá da rua. Estiveram vários anos encaixotados. Hoje são um legado para a minha filha.

Mau tempo | Storm

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As nuvens encastelam-se no céu. As gaivotas guincham desalvoradas e os homens cobrem-se com agasalhos antevendo o mau tempo que se aproxima. Não vale a pena partir agora. Iriam enfrentar uma poderosa tempestade sem quase terem saído do cais. O humor da tripulação seria posto à prova cedo de mais e afinal de contas, não há necessidade disso.

Ficam por isso mais umas horas em terra. Os homens terão mais uma noite de cerveja fresca e amanhã, apesar da bebedeira, será mais fácil levantar âncora e zarpar. Determinou o capitão que todos devem estar a bordo aos primeiros raios de luz, ainda que isso para muitos queira dizer que vão sair directamente da taberna para o convés. Assim que o capitão termina de dar estas instruções, todos abandonam o navio, mais parecendo ratos em momento de naufrágio.

O capitão ficará sozinho nos seus aposentos, fumando cachimbo atrás de cachimbo e a ouvir a borrasca lá fora. Serão um só. Ele e o seu navio. 

 

The sky is getting cloudier and darker. It's no longer possible to see the sun. Seagulls squeak frenetically and man cover their bodys with coats, forecasting bad weather.There's no point in leaving now. The ship would suffered a heavy storm nearly without leaving the pier. Tripulation hummor would be challenged too soon, without need.

They will stay a few more hours. Man will have one more night of fresh beer and tomorrow, despite the drunkness it will be easier to put up anchor and sail. The captain determined that all man should be on board at the first ray of light, however some of them will leave the tavern straightly to the deck. Soon as the captain finish his orders, everyone leave ship, like mice when a ship sinks.

The captain will be all alone in is quarters smoking pipe after pipe, earing the storm. They will be only one. He and his ship.

Capitão | Captain

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Ando no mar desde os meus 10 anos. Descasquei muitas batatas antes de ter direito a subir ao convês para o esfregar de ponta a ponta e voltar ao princípio quando acabasse. E antes de pegar pela primeira vez no leme, cosi muitas velas, montei quilómetros de cordame e reparei muitos mastros.

Não conheço outra coisa que não a vida de mar. Sei quando está para chegar a tormenta e sinto o cheiro de motim a bordo assim que a ideia se começa a formar.

O Sr. Rochester incumbiu-me hoje de capitanear o seu maior navio. A Bússola é uma escuna de 2 mastros e 6 canhões, manobrada por meia centena de homens. O meu maior desafio até hoje!

A minha missão é interceptar qualquer navio que esteja a cruzar o Atlântico rumo a casa, com os porões carregados. O Sr. Rochester não é esquisito, tanto lhe serve café, chocolate, ouro, tecidos ou mulheres bonitas. Mas não suporta derrotas e é impensável perder um dos seus navios. A morte espera o capitão que deixar afundar qualquer dos seus navios.

Conheço bem o Atlântico. Confio na minha boa estrela que me fez sobreviver a tantas aventuras. Regressarei a casa e a Bússola levará os porões cheios. Triunfarei!

 

I've been at sea, since i was 10 years old. Peeled thousands of potatoes, before i had the right to go up on deck to rubb it from tip to toe, just to start over as soon i finished it. Before i could get my hands on the helm, sewed many sails, and repaired a lot of masts and assembled quilometers of rigging.

Do not know any other kind of life, unless sea life. I knowm when the storm is to come and i can smel mutiny as soon as the ideia is starting to take shape.

Mr. Rochester gave me today the command of his biggest ship. Compass is a schooner of 2 masts and 6 cannons maneuvered by about fifty man. It's my biggest challenge till today!

My mission is to intercept any ship that is crossing the Atlantic heading home with it's holds loaded. Mr. Rochester will be happy with coffee, chocolate, gold, fabrics or pretty girls. Anything will do basically. However, he doesn't take a defeat and it's unthinkable to loose one of his ships. Death waits the captain that let one of his ships shink.

I know the Atlantic too well.I trust my good star that made me survive so many adventures. I will return home, with Compass holds loaded. I will triumph!

Cidade de piratas | Pirate's city

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Bem no coração do Caribe, Port Royal é uma cidade pirata por excelência. Por ali é certo encontrar piratas em actividade, piratas em fuga da justiça, piratas em ascensão, piratas em declínio e piratas na reforma.

Durante o dia, as suas ruelas mais escondidas não apresentam quase movimento algum. Apenas algumas mulheres miseráveis que por ali trabalham em serviços subalternos as percorrem em silêncio, como sombras e um ou outro comerciante que vem abastecer os muitos bares e casas de jogo ilegal que alimentam a sua intensa vida noturna.

Mal o sol de põe, a vida começa a encher as ruas e à medida que a noite se vai espreguiçando, as escaramuças entre piratas rivais, ajustes de contas passionais, bebedeiras colossais festejando algum saque coroado de êxito e encontros para fechar negócios poucos claros, enchem estas pequenas ruelas tristes e infectas de um burburinho primeiro suave, mas depois transformado numa vozearia que só se acalma ao despontar dos primeiros raios da aurora.

 

Deep in the heart of the Caribeen Islands, Port Royal is par excellence, a city of pirates. For sure you will find in there pirates in activity, pirates hiding from justice, rising pirates, declining pirates and pirates enjoying their retirement.

In day light, it's hard to find any movement in the most hidden allways, except for some miserable women who performe some minor labours, that cross these streets in silence, like shadows, or some sole traders that suply the many bars and ilegal gaming houses.

As the sun comes down, the poor alleys became full of life, and as the night becames darker, disturbances between rival pirates, passionate setlling of scores, huge drunkenness celebrating some successefull pillage and reunions to close all kind of dark and innapropriate businesses, became more frequent and loudest too. First you can ear a simple whisper, but as the night goes by, bustling and hustling only calms down with a new dawn.

O plano | The plan

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Dave vive por cima da Taberna Tormenta. É aqui que se ouvem os boatos mais absurdos, mas, sabendo filtrar a informação, descobrem-se algumas coisas interessantes que podem fazer um homem rico.

Dave passa grande parte do tempo na taberna, fingindo beber, mas estando atento a cada conversa das muitas que por ali se cruzam. Foi assim que descobriu que Lorde Evan, possuidor de uma frota de 4 embarcações que transportam de, e para as colónias as mais variadas mercadorias, tem vindo a desviar dos cofres da coroa, uma quantidade considerável de bens, para proveito próprio e fortuna pessoal.

Dave soube-o por um dos oficiais do lorde, que costuma terminar o dia na taberna e acaba sempre por beber e falar demais. Depois de vários dias em que Dave se fez seu amigo, acabou por perceber a localização do esconderijo das mercadorias.

Como bom pirata, Dave está agora a fazer o seu trabalho de casa: descobrir a localização exacta do tesouro, definir como lá chegar e mais importante, como de lá sair, de preferência com as mãos cheias e os bolsos recheados.

Nestas coisas de piratas, não se pode confiar em ninguém. Dave conta apenas com James, o seu melhor amigo de sempre como parceiro. Aliás, sabem ambos que o segredo do sucesso deste tipo de investidas, é envolver o menos gente possível e nunca, mas nunca, abrir a boca sobre os seus planos a não ser na sala da casa de Dave.

São dois piratas de sucesso e é para mais um êxito que trabalham agora.

 

 

Dave lives uppstairs Tavern Storm. It's here that you can ear the most strange and bizarre rumors, but if you have a watchfull mind, you'll find many interesting things, that can make a man rich.

He spends most of his time in the tavern, pretending that he's drunk, but paying attention to each and every conversation that is taking place. This is how he found out that Lord Evan, who possesses a fleat of 4 ships that carry to and from the colonies all sorts of goods, is been deviating from the crown's chests, an enourmous quantity of precious cargo, for his own advantage and personal wealth.

This was knowned by Dave, from a lord naval officer, that usually ends the day in the tavern, drinking and talking too much. By pretending to be his friend, in a couple of days, Dave was able to know lord's secret hideout to the stolen merchandise.

As a good pirat, Dave is now doing his homework: finding out the exact location of the treasure, deciding how to get there and most important, how to get out of there with hands full and stuffed pockets. 

In these pirat mathers, you should never trust anyone. Dave only relies on James, his forever best friend, as a partner. Indeed, they both know that the secret of the success is too envolve no one and never ever open mouth and speak about the plans outside Dave's living room.

These two are successful pirats working hard for another victory.

O capitão

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Falta-lhe o rosto a saber a sal e o cabelo encrespado pelo mar. Os sapatos magoam-lhe os pés e as meias fazem-lhe comichão nas pernas. Não foi feito para estar em terra. Vive cada dia na esperança que uma missiva lhe traga uma nova missão. Não tem dificuldade em encontrar tripulação. Todos reconhecem o seu espírito de liderança.

Respitam-no, pois nos dias de ócio no mar, também tira a camisola e luta corpo-a-corpo com os seus homens para afastar o tédio e a tensão. Sabem que mesmo na pior tempestade, é o seu capitão que, amarrado por uma corda, segura o leme e que os conduz para porto seguro. Não admite furtos, nem rixas de amor entre os homens, mandando açoitar impediosamente os prevaricadores sempre que tal acontece.

Perdeu a conta aos lábios que beijou e aos corpos que acariciou, em cada porto em que parou. Há apenas um rosto de cara sardenta que não é capaz de esquecer. O cheiro daqueles cabelos cor-de-fogo perseguem-no nas noites em que o céu está completamente limpo e estrelado.

Gosta de subir ao cesto da gávea, encher o olhar do horizonte infinito e de imediato sente o seu coração a bater ao compasso do balanço do mar.

Oxalá que em breve tenha uma nova missão!

Que nem um cacho...

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Há três horas que Jack espera por ela. Por esta altura já percebeu que ela não vem, mas mantém a espera, mais por teimosia do que por esperança. 

Estava tudo planeado ao pormenor. Ela escapar-se-ia de casa, quando os últimos raios de luar se começassem a esconder dos feixes dourados da alvorada. Traria uma camisola e um par de calças vestidos por baixo do seu vestido. Ao chegar ao cais, trocaria de roupa por baixo do pontão e cortaria o cabelo curto como o de um rapaz. Assim poderia arranjar trabalho no navio de Jack, como grumete. 

Ele esperararia por ela, num pequeno bote, depois de reunir todas as poupanças das suas piratarias bem sucedidas e trataria de lhe arranjar trabalho como camareiro do capitão. O plano era simples: desertar no primeiro porto onde parassem e ser felizes para sempre, onde quer que fosse.

Mas há três horas que o plano está condenado ao fracasso e Jack acaba por beber sozinho o vinho especial que comprara para celebrar o momento em que, enfim sós, começariam uma vida nova.

Filomena

Tobias, meu velho amigo, já nada nos prende aqui. Vamos partir sim, pois a dona do meu coração partiu também.

Por ela, estava disposto a tornar-me num homem honesto. Tenho escondidos dobrões suficientes para começar uma vida nova. Cortar esta barba e comprar uma casaca da moda. E daria a Filomena uma vida boa. Seríamos felizes.

Mas a família dela soube do nosso amor.Levou-a para longe para um certo convento do qual desconheço o nome e a localização... Nada mais tenho a fazer senão partir. Porém, juro que não deixarei em paz a sua família. Arruinarei os seus negócios e deixál-os-ei na miséria. Deitarei na lama o seu orgulho e implorarão por misericórdia. Oferecer-me-ão a mão de Filomena  para se salvarem da penúria. Tu verás, ou não sou eu um pirata que já cruzou os sete mares!

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Confrontos na fortaleza

O Ruivo, o pirata mais conhecido das redondezas, conseguiu ultrapassar a guarda da fortaleza e está prestes a tomá-la. O objectivo? Simples, um valioso carregamento aguarda transporte para a sede império: milhares de dobrões e outros tantos quilos de chocolate, esperam a chegada da fragata "Esperanza", que tem por missão depositar nas mãos do rei riquezas que farão parte do dote da princesa, que em breve desposará um princípe árabe.

O Ruivo estudou bem a lição e a sua investida para já, está coroada de êxito. Os soldados ingleses estão em desvantagem numérica e estão surpreendidos por uma invectiva desta natureza ter chegado tão longe. Por outro lado, estão bem preparados, têm vantagem no poder bélico e conhecem bem o território onde a escaramuça está a decorrer.

O almirante saiu ele próprio de espada em riste e logo lhe calhou enfrentar o Ruivo. Ambos são homens com honra, astutos e fortes, com o mesmo objectivo: sair vitorioso desta contenda. O duelo é intenso e as espadas embatem uma na outra em golpes, contra-golpes e simulações. Visto daqui, parece que há um empate...

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Pirataria

O encontro fortuito do Pérola com uma escuna de cadetes da Escola Naval, não surtiu bons resultados.

Se por um lado os piratas, que longe de esperarem alguma refega, se tinham dedicado a brindar repetidamente a uma abordagem muito bem sucedida descurando por completo a vigilância das águas ao seu redor; por outro, o navio repleto de cadetes garbosos, ansiosos por demonstrar tanto de conhecimento acumulado, como de valentia e bravura, era fácil perceber o resltado final.

O capitão do Pérola procurou em vão que os piratas retomassem os seus postos, mas com a barriga cheia de rum, os homenzarrões tropeçavam desajeitadamente no convés e pareciam mover-se em câmara lenta. 

Assim que percebeu que a causa estava perdida (o que não demorou muito tempo), o capitão do Pérola lançou um pequeno bote à água, depositando nele uma das arcas mais pequenas, precisamente uma das que continham pedras preciosas. Cobriu-se com um trapo velho, despejando por cima restos de comida e lá escapou incólume à refrega que aconteceu a seguir.

Felizmente não estavam longe de terra firme e uma pequena ilha serviu-lhe de abrigo. 

Escola Naval #6

Sim, desta vez trata-se de uma situação real!

O almirante foi chamado a resolver um pequeno incidente com um bando de piratas maltrapilhos que todos já conhecem bem e que primam pela desorganização. O conflito não é difícl de resolver: uns quantos tiros certeiros da artilharia pesada, seguido de um ataque de baionetas e os desgraçados serão facilmente apanhados e conduzidos aos calabouços, de onde saíram não faz muito tempo.

Os cadetes, não o querendo demonstrar, estão nervosos: as mão suam, têm a garganta seca e as pernas movem-se involuntariamente. Para afastar o nervosismo, vão revendo a matéria dada em voz alta, enquanto esperam que o vozeirão do almirante lhes dê a ordem para atirar certeiro. 

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