Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

PLAYMOBLOG

Estas pequenas figuras foram os heróis da minha infância. Os clicks valeram-me horas de brincadeiras partilhadas com os amigos lá da rua. Estiveram vários anos encaixotados. Hoje são um legado para a minha filha.

PLAYMOBLOG

Estas pequenas figuras foram os heróis da minha infância. Os clicks valeram-me horas de brincadeiras partilhadas com os amigos lá da rua. Estiveram vários anos encaixotados. Hoje são um legado para a minha filha.

A urticária do Comandante | Commander's hives

IMG_6536

Igor é um ladrãozeco reincidente que volta e meia bate com as costelas nos bancos da polícia. É carteirista de profissão há muitos anos, e conhece como ninguém os polícias que patrulham as ruas. É difícil apanhá-lo em flagrante e ele lá se vai safando entre os pingos da chuva.

Hoje porém a sua sorte abandonou-o. Foi apanhado a tentar roubar uma turista junto ao rio e na fuga atirou a mochila para a água. É preciso recuperá-la, pois estão lá as provas necessárias para o pôr atrás das grades por uns largos meses.

O comandante da esquadra foi em pessoa acompanhar os trabalhos de recuperação da mochila. Foi ele próprio que explicou ao Martim, o mergulhador chamado ao local, a importância daquela mochila. Que teria lá o produto de vários roubos e que se fosse recuperada permitiria encarcerar Igor, cujo nome ao ser pronunciado na esquadra, lhe provocava urticária séria, a ponto de tomar um calmante.

Enquanto o Martim se preparava, o comandante não parou de gesticular e lançar perdigotos para o ar, ora entusiasmado e certo de que seria desta que conseguiriam apanhar o malfeitor, ora delineando já outras linhas de estratégia para apanhar o dito, se o mergulhador falhasse.

A água é turva e a corrente não ajudava ao trabalho do Martim e o comandante começou a dar sinais da tal urticária. Até que finalmente o Martim surge com uma mochila vermelha nas mãos. O comandante atirou-se à água, abraçando entusiasticamente o mergulhador. Foi também o próprio comandante que entregou a mochila aos técnicos que tratariam que recuperar o seu conteúdo e que lhes explicou entre gestos e perdigotos a importância daquela mochila.

O comandante estava finalmente livre da urticária!

 

Igor is a little recidivist thief, who once in a while is arrested to be loose short after. He's been a pickpocket for many years ank knows to well the officers that patrol the streets. It's har to get him in action, so mostly he gets away with it.

However, today his luck abondoned him. He was caught robbering a tourist by the river side, and when he was escaping, he threw his backpack into to the water. In the end, he was caught, and now it's necessary to recover the bag, as it contains evidence needed to put him behind bars for several months.

Headquarter's commander came in person accompany the recovery, and it was him that explained to Martim, the diver, the importance of that backpack. Commander has severe hives as soon as he ears Igor's name pronouced in the police station, to the point that he have to take some pills to calm down.

While Martim prepared the dive, the commander kept gesticulating, yelling and going forward and backwards, one moment entusiastic another moment thoughtfull.

The water is dark and the tide isn't helping Martim's task. As time goes by, commander starts to show some signs of hives. At last, Martim comes out with a red backpack in his hands. The commander jumped in the water to hug the diver, and delivered the bag to the technicians who had the task of recovering it's content.

Looks like finally the commander is free from the hives!

O roubo | The robbery

 IMG_6258

A família Rebelo estava a caminho das férias, quando foi alvo de uma operação policial. Um perigoso bando de ladrões anda a monte e a equipa tem ordens para revistar cuidadosamente todas as viaturas que passarem por aqui. Os bandidos têm na sua posse vários milhares de euros em dinheiro e peças de arte sacra que têm vindo a furtar de várias localidades. A polícia desconfia que eles se possam estar a desfazer do saque, por já saberem que estão a ser perseguidos.

Saíram todos do carro enquanto viam os polícias a desarrumar as bagagens que tão meticulosamente tinham encaixado no porta-bagagens. Parecia que estavam no aeroporto, tal o grau de minúcia com que analisaram cada mala. Apenas o saco dos brinquedos do Manel escapou à operação.

Ao terminar, os agentes agradeceram a paciência da família, desejaram umas boas férias e desejaram uma boa viagem.

Após deixarem os polícias, o Manel abre o seu saco de brinquedos, tira lá de dentro uma pequena estatueta de um homem que traz aos ombros uma criança.

- Pai, que santo é este?

- São Cristovão, meu filho. Patrono dos viajantes. Eu bem disse que devíamos trazer este. Vai-nos valer bom dinheiro! - exclamou o pai.

 

Rebelo family were on the way to the vacations, when stopped by a police operation. Looks like a dangerous gang of criminals is on the loose and the officers have orders to carefully search all the vehicles. The gang have in their possession thousands of euros and several pieces of religious art wich have been stolen from many little villages. Police suspects that the gang is getting rid of the objects, now that they know that they are beeing persued.

The family went out of the vehicle, and watched the officiers taking all the luggage that was carefully packed, out of the car, and examine it with lots of attention. Only Manel's bag of toys escaped the search.

After finishing, the officiers thanked for the family patience, and wished them happy vacations and a safe drive.

As hitting the road, Manel opens the bag of toys, and takes a small statue from a man carrying a children in the shoulders.

- Dad, who is this saint anyway?  - asked Manel.

- Saint Christopher my son. Protector of the travellers. I told you that we should bring this one. It's gone make us a lot of money! - said dad with an evil smile.

Summer days

IMG_1187

Paixões de verão são assim mesmo, pequenas mais intensas. Inesquecíveis, mas que ao mesmo tempo passam depressa, deixando em nós uma lembrança a saber a algodão doce.

A pequena Marília perdeu-se de amores pelo Juca, mal pisou a areia da praia onde todos os anos passa férias com os primos. E todos os dias inventava uma qualquer situação para chegar à fala com ele:

- Fingiu-se perdida dos pais;

- Trouxera emprestado o cão de um vizinho, afirmando solenemente que o tinha encontrado na praia e que era preciso encontrar os seus donos;

- Lembrara-se de pedir uma carteira velha à tia e levou-a ao polícia dizendo que a tinha encontrado na praia.

E de cada vez que a pequenota lhe aparecia com uma historieta mais mirabolante que a anterior, de olhos brilhantes e incapaz de esconder o sorriso, o Juca percebia que estava ali um amor de verão, daqueles que é preciso tratar com cuidado, para que arrefeçam suavemente com o fim dos dias quentes da estação.

Num dos últimos dias de férias, a Marília aproximou-se dele, desta vez de olhos brilhantes de lágrimas, agradecendo todas as ajudas que ele lhe tida dado naquele verão. Certo de que seria a última vez que se encontrariam, levou-a a cavalo na sua mota a dar uma volta pelas dunas da praia. Ao chegarem, depositou-lhe um beijo muito suave na face, que ela recebeu tão envergonhada, que fugiu a correr sem olhar para trás.

Nessa noite, Marília sonhou que o mundo era feito de algodão e acordou com um sabor adocicado na boca. 

Tinha sido o melhor verão da sua vida! 

Amigos?

Acabaram-se as cabriolas e as brincadeiras à saída da escola!

Sob o olhar atento da Agente Rosadinha, as crianças atravessam a estrada em segurança e sem as traquinices do costume: não há corridas para ver quem chega primeiro ao outro lado, não há empurrões às meninas, não há gritos que distraem os automobilistas, não há bolas a rolar pelo chão ou pelo ar.

 

Aos poucos, a agente vai conhecendo a garotada e as suas patifarias: sabe que o João já andou à chapada ao Pedro por causa da Maria. Que a Rita e a Marta são as melhores amigas. Que o Marco tem uma paixoneta pela profesora. Nos primeiros dias os miúdos mal lhe falavam e preparam-lhe algumas partidas: um dia colocaram-lhe um sapo no bolso, noutro sujaram-na de tinta e chegaram a acertar-lhe com uma bola. Mas quando a Agente Rosadinha lhes mostrou como se jogava ao pião e ao espeta, tornou-se numa amiga.

 

 

Reboliço na estação

Rotina? Não há rotina na vida de um polícia!

Aquilo que parecia ser uma patrulha rotineira pela estação do comboio, tranformou-se num reboliço, que acabou numa detenção.

 

O dia de trabalho estava já no fim, quando os agentes Rosa e Bruno foram chamados à estação de caminho-de-ferro. Aparentemente havia uma discussão entre avó e neto que começava a tomar contornos preocupantes, pois a avó empunhava um guarda-chuva e ameaçava desmanchá-lo na cabeça do neto.

 

Ao receberem a chamada, Rosa e Bruno entreolharam-se e sorriram. O dia iria acabar com uma qualquer discussão familiar, que aparentava ser de fácil resolução. Ao chegarem ao local, depararam-se com avó e neto gritando improprérios um para o outro, rodeados dos tradicionais observadores que lançavam palpites sobre quem teria razão.

 

Depois de dispersarem a pequena multidão que se aglomerara, dirigiram-se à avó que só gritava: prendam-no! malfeitor! ladrão!, enquando agarrava, sacudia e tentava espancar o rapaz com o guarda-chuva. No meio de tanto puxão, sacão e encontrão, o gaiatão deixa cair a mala que se abre deixando à vista de todos, vários maços de notas de pequeno e grande valor, deixando claro, que afinal não se tratava do neto da avozinha, mas sim do responsável pelo assalto à estação de correios que decorrera na noite passada!

 

 

Dia de calor

É um dia de Verão por excelência! O povo acorreu à praia aos magotes, trazendo consigo toda a parafrenália inerente a um longo dia de praia: vários chapéus de sol, piscinas e baldes para os mais novos e lancheiras recheadas de petiscos suficientes para alimentar um regimento.

 

Dias assim, são dias de grande trabalho para aqueles que asseguram o bem estar e a segurança dos veraneantes. Crianças perdidas, indisposições várias devido ao calor, pequenos furtos, todos os olhos são poucos para tanta gente.

 

O João adora estes dias de grande azáfama. Ostenta já um tom de pele que denuncia as muitas de horas que já passou de serviço na praia. Mas isso não o faz ficar cansado. Antes pelo contrário. Muitas vezes, depois do trabalho, combina com os amigos um petisco de final de dia, acabando ficar na praia muito além do sol se pôr.

 

 

Roubaram as jóias

O dia estava soalheiro e Manecas saiu para um passeio com a namorada.

No caminho, deparou-se com um aparato polícial pouco comum, tendo sido convidado a parar junto a uma das patrulhas.

Depois de lhe pedirem os documentos e de fazerem as perguntas habituais, pediram-lhe que saísse do carro e procederam a uma busca minuciosa de ponta a ponta do veículo.

 

Afinal, a fábrica do ouro situada a escassos quilómetros dali fora alvo de um assalto preparado meticulosamente, tendo sido roubadas inúmeras peças de ouro, que por se encontrarem danificadas, seriam recicladas e transformadas noutras peças, mais modernas.

 

Desconhecendo-se a rota dos fugitivos e o respetivo veículo, as forças policiais desencadearam uma operação de buscas exaustivas, para conseguirem interceptar os malfeitores.

 

Zico, o polícia

Sempre atento, o Zico patrulha a costa em busca de malfeitores num dia soalheiro.

Ainda é cedo, há poucos veraneantes na praia, mas no cais a azáfama já se faz sentir. Os nautas preparam-se para mais um dia de mar, carregando mantimentos, fazendo as últimas verificações à embarcação e acertando pormenores quanto ao rumo a seguir.

 

É nestes entretantos que por vezes, alguns ladrõezecos tentam a sua sorte e quando os nautas dão por isso, já desapareceu uma carteira, um portátil ou um gps. É aqui que entram os olhos de lince do Zico, que habituado a esta maneira de agir, procura descobrir potenciais fora-da-lei a cirandar pelo cais.

 

Operação "Terra, água e ar"

A Operação "Terra, água e ar" inicia-se hoje ás primeiras horas do dia.

Várias unidades foram convocadas para participarem nesta operação especial: viaturas ligeiras, para intervirem em zonas urbanas, veículos todo-o-terreno, para zonas de difícil acesso e polícias a pé, para facilmente se misturarem no terreno.

 

O comandante espera hoje capturar uma perigosa quadrilha de bandidos, que há vários meses executam vários assaltos e extorsões, provocando estragos diversos em edifícios e viaturas que furtam para utilizar nas suas acções e até lesões sérias em várias vítimas das suas vilanias.

 

Pelo que foi possível apurar, o produto dos roubos é de imediato transformado em dinheiro que sustenta uma significativa rede de tráfico de estupefacientes.

 

O êxito da operação depende da coragem destes agentes!

 

 

 

Preso... outra vez?!?

Não não, esta não é de novo a história do João Barbudo. E não, ele não escapou da prisão. Acontece que afinal existe um gémeo, de carreira idântica à do irmão!

 

Apresento-vos Pedro Barbas, irmão gémeo do João Barbudo. O ramo de negócio deste irmão são os pequenos furtos, que rapidamente troca por bebidas espirituosas (ou nem tanto, quando o resultado da jornada de trabalho é fraco) no Bar dos Malandros.

 

Pedro Barbas, foi apanhado pela gente Rosadinha em flagrante delito, a furtar carteiras aos veraneantes que molhavam o joanete à beira da água. 

 

Da praia, Pedro Barbas segue directamente para os calabouços da Cidade Playmobil, onde concerteza irá comentar com o seu gémeo, a nova viatura da Agente Rosadinha!